Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008
Post it I

Decidimos criar uma rubrica em que vos daremos conta do que se passa no mundo no que concerne à sexualidade e afins. Não podemos prometer actualizações constantes dentro do assunto mas iremos tentar deixar-vos tão informados quanto nós.

 

 

Em foco, hoje, está a notícia a seguir transcrita.

"Distribuídos milhares de preservativos de má qualidade

 

A campanha ocorreu em Novembro do ano passado em zonas de prostituição em Lisboa, pondo em causa o combate ao vírus da Sida, denuncia o deputado do Bloco de Esquerda José Soeiro.

«Contactámos várias entidades que fazem distribuição de preservativos nas ruas de Lisboa, que foram confrontadas pelas próprias pessoas a quem foram distribuídos com o facto de se tratar de uma marca diferente e sem qualidade», explicou à Lusa o deputado bloquista.

Em causa está um lote de preservativos que a Coordenação Nacional para a Infecção VIH/SIDA (CNIS) terá adquirido a uma marca diferente da habitual, devido a uma ruptura de stock. As associações que trabalham no terreno souberam ser de má qualidade, rompendo-se com facilidade.

Sérgio Vitorino, da plataforma Panteras Rosa, uma das associações que distribui preservativos em zonas de risco em Lisboa, garante terem distribuído «entre três e quatro mil» destes preservativos.

Para José Soeiro, esta é uma «questão de saúde pública da maior importância», que «põe completamente em causa a função de protecção destas pessoas que a distribuição gratuita de preservativos pretende cumprir».

Também a presidente da Abraço manifestou a sua indignação. «A qualidade dos preservativos é uma questão primordial. Nas nossas campanhas utilizamos sempre a mesma marca, que está certificada pelo Infarmed. Não pode haver nenhuma razão para que se compre o mais barato e sem qualidade», declarou Margarida Martins.

Entretanto, o deputado bloquista escreveu um requerimento ao Ministério da Saúde questionando a ministra sobre se teve conhecimento da situação e «usou algum meio ao seu alcance para informar as pessoas a quem os preservativos foram distribuídos».

O coordenador nacional para a infecção VIH/SIDA, Henrique de Barros, afirma que não dispõe de informação suficiente sobre este caso e que esta é uma acusação que «ainda não está sustentada».

O responsável frisa que a CNIS «distribuiu quatro milhões de preservativos» e que «é sempre possível que qualquer produto de consumo tenha defeito». O caso será investigado, adianta.

Estas informações surgem no dia em que a Linha Sida, que é tutelada pela CNIS e recebe cerca de 900 chamadas por mês, comemora 15 anos no apoio aos problemas e às questões relacionadas com a doença.
"

in http://q3.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ae.stories/8563

Meninos e meninas da Lisboa, olhinhos abertos!

Quanto aos restantes, cautela nunca é demais...

Sentimo-nos: [indignadas com tal facto!]

 

 

publicado por sexualidadesemtabus às 18:14
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